
Esta é primeira máquina de costura que se tem notícia.
O alfaiate francês Barthélemy Thimonnier (1793-1857) pensou nesta invenção quando observava a forma de trabalhar das costureiras de Lyon, que empregavam uma técnica rapidíssima, o ponto de cadeia. A sua 1.ª Coseuse (cosedeira), fabricada em 1829, adoptava este método. O aparelho dava 200 pontos por minuto, enquanto manualmente se faziam 30. Esta inovação não foi muito bem aceite por alguns trabalhadores da época, que destruíram 80 máquinas e o obrigaram a abandonar Paris.

Por esta eu nunca pensei existir. Imagine que esta máquina de costura da Brother possui uma câmera de vídeo apontada para a ponta da agulha, mostrando toda a área de trabalho, com direito a zoom e close up, na tela de LCD. Vale a pena ver os vídeos.
Aii amiga..to babando só de olhar!
ResponderExcluirEu ainda vou ter uma dessa.
Beijocas
Nunca tinha visto uma amquina de costura como essa, a antiga! Achei muito bacana!! e a comparação com a atual, que tecnologia... Quanto tempo se passou, entre as duas...
ResponderExcluirОчень интересный блог!!!
ResponderExcluirBuenas quisiera saber donde están alojados los videos para poder verlos. Ya que le doy al link de videos y no sale lo antes mencionado?
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ResponderExcluirTISAX stellt klare Anforderungen an den Prototypenschutz in der Automobilbranche. Firmen müssen technische und organisatorische Maßnahmen treffen, um sensible Entwicklungsteile zu sichern. Dabei ist die Einhaltung der Norm ISO 21434 unerlässlich, die speziell für die Sicherheit von Fahrzeugen gilt. Für Unternehmen bedeutet das: Sie sollten regelmäßig Risikoanalysen durchführen und Zugriffskontrollen implementieren. Im Jahr 2024 verlangt die Gesetzgebung nach einem Nachweis der Schutzmaßnahmen anhand eines zertifizierten Sicherheitskonzepts, das auch externe Prüfungen umfasst. Auf https://csvisor.de/ findet man praktische Tipps, wie Unternehmen ihre Cybersecurity Weiterbildung gezielt auf TISAX-Anforderungen abstimmen können. Der Fokus liegt auf dem Schutz vor unautorisiertem Zugriff auf Prototypdaten, was im Kontext der Automobilindustrie mit den Vorgaben des VDA-Audit übereinstimmt. Die Umsetzung ist kein Luxus, sondern eine Notwendigkeit für Hersteller, um Lieferketten zuverlässig abzusichern und Marktanteile zu sichern.